segunda-feira, 29 de julho de 2019

Após Bolsonaro, General e Major se pronunciam sobre pai do presidente da OAB


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
Uma afirmação do presidente Jair Bolsonaro, que disse que o pai do atual presidente da OAB  teria sido vítima de um dos “justiçamentos” que eram comuns entre os membros de grupos terroristas da época, levou diversos cidadãos a relembrar como eram essas organizações. 


Ouça: 


O deputado Major Vitor Hugo ironizou o presidente da OAB por cobrar do presidente uma postura que ele mesmo não demonstra em seu cargo. O major disse: “Chamar o responsável pela maior operação de combate à corrupção do Brasil de ‘chefe de quadrilha’ pode; agora, falar sobre os justiçamentos contra seus próprios membros, feitos por comunistas durante o regime militar, é um absurdo. Hipócritas, deixem o Capitão trabalhar”.

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O General Paulo Chagas lembrou atos terroristas da organização a que pertencia o pai do presidente da OAB. Chagas disse: “Fernando Santa Cruz, pai de Felipe Santa Cruz, pertenceu à Juventude Universitária Católica (JUC), precursora da AP (Ação Popular), organização terrorista responsável, entre outros, pelo atentado ao Aeroporto dos Guararapes, quando morreram 2 pessoas e outras 15 ficaram feridas ou mutiladas. O Padre Alípio de Freitas, da AP, responsável pelo atentado ao Aeroporto dos Guararapes, em 25 de julho de 1966, hoje residente em Lisboa, teve direito a R$1,09 milhão, concedidos pela Comissão da Anistia, como ‘indenização’!”. 

O procurador Ailton Benedito trouxe uma sugestão: “Diante da celeuma sobre o suposto desaparecimento do pai do atual presidente da OAB, ocorrido durante o regime militar, o presidente Bolsonaro poderia reabrir a Comissão Nacional da Verdade, para apurar verdadeiramente a verdade sobre o mencionado período. Eu gostaria de trabalhar numa ‘Comissão da Verdade’ pertinente ao período do regime militar. Tudo, absolutamente tudo, da época do regime militar deve ser dado ao conhecimento público. Verdade nua e crua, sem meias verdades, sem mentiras, sem mistificações, sem cobrança de pedágio ideológico da sociedade”.

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Correio do Poder
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