sexta-feira, 19 de abril de 2019

‘E os usuários de redes sociais cujas contas foram censuradas? Continuam censurados?’, questiona procurador


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
O procurador Aílton Benedito apontou um aspecto importante na decisão do ministro Alexandre de Moraes, que levantou a censura imposta a sites famosos, mas manteve o inquérito que lhe deu origem. No âmbito do “inquérito de Toffoli”, os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, além de censurar os sites, também ordenaram buscas e apreensões e o encerramento de contas em redes sociais de cidadãos comuns, que não estão recebendo a mesma atenção da velha imprensa. O General Paulo Chagas, por exemplo, teve eletrônicos apreendidos em uma busca e apreensão realizada em sua residência. 

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Aílton Benedito questionou: “E os usuários de redes sociais da internet cujas contas foram censuradas, sem que motivassem qualquer mobilização da imprensa? Continuam censurados?”. O procurador lembrou: “A pretexto de combater “Fake News”, a censura é recorrente contra usuários de redes sociais da internet. Censura sem devido processo legal, sem direito a defesa, contando com o apoio entusiasmado da grande mídia, autodenominadas agências de checagem de fatos, ONGs, autoridades etc”.

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O procurador Aílton Benedito explicou como vem se desenrolando a censura a cidadãos comuns com o apoio da velha imprensa, dizendo: “Foram as agências de censura, digo autodenominadas agências de checagem de fatos que criaram a narrativa do suposto combate a ‘Fake News’ contra as garantias constitucionais da liberdade de informação, conhecimento e opinião, ora utilizada para calar a Crusoé e Antagonista. A narrativa do suposto combate a ‘Fake News’ contra as garantias constitucionais, ora utilizada para calar a Crusoé e Antagonista, só conseguiu “criminalizar” especialmente usuários das redes sociais da internet porque contou com o apoio entusiasmado da imprensa mainstream. A estratégia das ‘Fake News’ do mainstream jornalístico é difundir que ‘Fake News’ são fabricadas por quem não o integra, pelas redes sociais”.

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Correio do Poder
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