segunda-feira, 20 de maio de 2019

Generais e outros oficiais do Clube Militar apoiam Bolsonaro e convocam para dia 26


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
O Clube Militar divulgou uma convocação ao povo brasileiro para que participem das manifestações do próximo dia 26 de maio, que vêm sendo organizadas pela população. O texto da convocação diz: “O Clube Militar, tradicionalmente preocupado com os assuntos atinentes ao desenvolvimento da Nação Brasileira, vem convocar seu Quadro Social e convidados a participarem das manifestações a serem levadas a efeito em todo o território nacional, apoiando o Governo Federal na implementação das reformas necessárias à governabilidade. Participe em sua cidade!”.


Ouça: 


O site do Clube Militar também publicou um artigo de Sérgio Pinto Monteiro, historiador, oficial R/2 do Exército Brasileiro, Patrono do Conselho Nacional de Oficiais da Reserva, Presidente do Conselho Deliberativo da Associação Nacional dos Veteranos da FEB, membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil, da Academia Brasileira de Defesa e do Instituto Histórico de Petrópolis. O título do artigo é “A Caneta do Presidente”. Leia: 

A política brasileira nos apresenta um cenário curioso, beirando o surreal. Há poucos meses, o povo escolheu, democraticamente, os seus atuais representantes nos poderes Executivo e Legislativo. Por expressiva maioria, os eleitores rejeitaram o modelo de gestão que prevalecia há treze anos e quase destruiu o país. O candidato Jair Bolsonaro, numa inédita e avassaladora campanha, foi eleito presidente da república com uma vigorosa proposta de renovação de princípios e valores, políticos, administrativos e morais, compatíveis com o desejo de mudança claramente externado pela sociedade. Foi, reconhecidamente, um “tsunami” eleitoral em que inúmeros candidatos, muitos dos quais novatos nas lides políticas se elegeram, apenas, porque navegaram na “onda” liderada por Bolsonaro. 

Ninguém duvidava das enormes dificuldades que o novo presidente enfrentaria para neutralizar os quadrilheiros derrotados eleitoralmente, que por mais de uma década aparelharam o estado e suas instituições, em verdadeira caçada aos cofres públicos na busca de vantagens ilícitas, ora em fase de dramáticas apurações e penalizações pela Operação Lava-Jato e congêneres.
Desde a proclamação do resultado das urnas, Bolsonaro vem sendo diuturnamente atacado por opositores inconformados com a derrota e movidos, principalmente, pelo desespero da perda do governo. São os nossos conhecidos falsos democratas, que não admitem, sequer, o princípio salutar da alternância de poder. Durante treze anos enganaram, durante o dia, o nosso povo bom e simples, para roubá-lo na calada da noite. 
Esses ataques ao presidente, inclementes e quase sempre sórdidos, deveriam encontrar forte resistência nos novos representantes do povo, eleitos “nos ombros” de Bolsonaro. Talvez “no colo” fosse até a expressão mais adequada. Entretanto, à exceção de uns poucos “guerreiros(as)”, a maioria se mantém num silêncio quase total, que se nos afigura como verdadeira traição política. Seus deveres morais – e até pessoais – os obrigariam a sair em defesa do presidente, que em última análise, propiciou as suas vitórias eleitorais. Ao reverso, muitos deles, além da ingratidão política, ainda se posicionam contrariamente às propostas governamentais. Nesse contexto estão governadores, senadores, deputados federais e estaduais. Deveriam formar uma sólida linha de defesa do presidente e da sua equipe. Muitos deles, infelizmente, parecem que optaram pela “velha política”, olvidando que os eleitores estão atentos às suas traições. O presidente Bolsonaro, um cidadão idealista, simples e honrado, vê-se obrigado a se expor em contraditas e confrontos diários, já que seus “aliados” se acovardam e se omitem diante dos impropérios de uma oposição sinistra e destrutiva. 
Também nos surpreendem as tímidas reações de alguns ministros e membros dos primeiros escalões governamentais diante do cerrado fogo inimigo. Afinal, são membros de uma equipe cujo líder está sob ataque constante. Era de se esperar que fossem bem mais aguerridos na defesa do presidente.
A oposição não renega seu passado. Ofensas, baixarias, falsidades e outras posturas indecorosas compõem o seu vasto arsenal. Reitero que o nefasto “trabalho” da oposição está grandemente facilitado, eis que poucos são os nossos dispostos a enfrenta-los à altura. Por outro lado, são evidentes as manobras para inviabilizar as ações governamentais. Desde a postura de “agentes duplos”, como dos presidentes da Câmara e do Senado, até a duvidosa imparcialidade e juridicidade dos julgamentos das cortes superiores de justiça, em especial do Supremo Tribunal Federal. 
O recente desabafo do presidente Bolsonaro, revela a angústia do chefe do Executivo por todo esse cenário que o está impedindo de promover as medidas clamadas pelo povo brasileiro. Há um vasto repertório de possíveis ações da oposição para inviabilizar a nova gestão. Vão do “impeachment” presidencial até a implantação de um curioso e hilário “parlamentarismo presidencialista” tupiniquim. Passando, absurdamente, pela possibilidade de uma renúncia do presidente.
Ao final deste artigo, faço um apelo ao presidente Bolsonaro. Use com inteligência o seu perfil de nobre guerreiro. Afinal, o senhor tem a legitimidade e a legalidade que o povo lhe outorgou. Não caia nas armadilhas de uma oposição impatriótica, irresponsável e inconsequente. Mantenha a postura presidencial e EXIJA de seus comandados e aliados o enfrentamento DIRETO com os adversários do Brasil. O presidente da república não pode tudo, é verdade. Mas pode muito. O ataque ainda é a melhor defesa. Mostre à sociedade os crimes cometidos pelos que lhe caluniam. Abra, urgentemente, todas as “caixas-pretas”. Inclusive e especialmente, da mídia. E, sobretudo, USE A CANETA, presidente”.
“BRASIL ACIMA DE TUDO. DEUS ACIMA DE TODOS”
Leia também: 
General Mourão representa Bolsonaro em pronunciamento impactante na China

O site do Clube Militar também reproduziu um artigo do escritor Helder Caldeira, intitulado “A conta chegou e todos precisam aprender a viver com menos dinheiro”. Leia:

O Editorial deste domingo (05) da Folha de S.Paulo revela o óbvio: acabou o dinheiro! No entanto, ataca suas consequências e não rende uma única palavra às suas causas. Ok. Vamos falar de futuro então…

Após 30 anos de gastança desenfreada e muitos roubos e mordomias aos amigos da corte candanga, nossos “intelectuais” exigem que o Governo Bolsonaro — em especial o ministro Paulo Guedes — resolva a desgraceira imediatamente, como num passe de mágica.
Fico imaginando como são as casas dessas pessoas, como elas fazem a gestão de suas finanças pessoais. Deve ser uma marafunda. Senão, vejamos…
Na casa de qualquer cidadão, quem gasta mais do que ganha fica endividado. Esse endividamento tem limite, que, quando alcançado, exige medidas de austeridade fiscal até que o cidadão aprenda a viver como pode exclusivamente daquilo que ganha.
A conta é simples, mas o processo é duríssimo.
Cortam-se, primeiro, as mordomias e futilidades. Se não for suficiente — quase nunca é —, a tesoura precisará alcançar as despesas maiores: vender o carro e passar a andar de ônibus, trocar o plano de telefonia de pós-pago para pré-pago, reduzir a velocidade de internet, limar a pizza e a cerveja do final de semana, churrasco nem pensar e por aí vai…
Se nada disso ainda for suficiente para equilibrar as contas, será necessário o corte mais dramático: nas despesas básicas de custeio. Reduzir tempo de banho, lavar e passar roupa uma vez por semana, trocar carnes por linguiça e ovos, substituir o arroz e feijão pelo macarrão, porque enche a barriga e é infinitamente mais barato, chegando à tesourada no plano de saúde e noutras necessidades imediatas. Isso para ficar nos exemplos mais comezinhos.
É economia doméstica, pura e simples… e, na maioria das vezes, muito dolorosa.
No Brasil, acostumamo-nos a achar que o Tesouro Nacional é um saco sem fundo, um cartão de crédito ilimitado que você pode gastar sem medo e jamais pagar sequer o mínimo do rotativo. É uma farra!
Mas, a conta chegou e o dinheiro acabou.
A Reforma da Previdência vai doer? Vai sim, mas é necessária. As universidades públicas vão ter que aprender a viver com menos dinheiro? Vão sim e é melhor aceitar que dói menos. Vai ter dinheiro para continuar subsidiando diversos setores? Não, esse tempo acabou. Agora, é cada um por si.
De certa forma, o Povo Brasileiro parece já ter entendido o que está acontecendo e, à esquerda, à direita, ao centro ou de ladinho, a expressiva maioria compreendeu que precisamos pagar a conta dos anos de festas nababescas e roubos estratosféricos.
Em maré contrária, a Câmara dos Deputados, o Senado Federal, o Supremo Tribunal Federal, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e as demais Cortes e o Ministério Público Federal – MPF parecem não compreender a gravidade da situação. Continuam acreditando que é possível almoçar medalhão de lagosta ao molho de manteiga queimada e jantar arroz de pato com salmão e caviar, regados ao vinho premiado envelhecido em barril de carvalho francês. Tudo às expensas desse Povo que está trocando arroz e feijão por macarrão.
Registre-se: a continuar assim, os mais violentos choques serão inevitáveis e o ambiente social alcançará um grau de conflagração jamais visto na História do Brasil.
Como último suspiro, nossos nababos de colarinho-branco e nossos intelectuais de crachá estão tentando vender uma divisão bruta, de rede social, meramente entre esquerda e direita, o excelso “nós contra eles” criado pelo presidiário gastador de dinheiro alheio.
É um erro. O buraco é maior e mais embaixo. A ruptura tende a ser mais severa, porque o preço do passado é muito mais caro do que qualquer um de nós poderia imaginar e, mesmo se alcançarmos o caminho do equilíbrio, o futuro melhor só virá daqui uns 20 ou 30 anos e muitos não viverão para ver.
É triste? É sim. Mas, é a nossa dolorosa verdade. Aceite-a e ajude a construir um país melhor para seus descendentes. Negue-a e condene seus filhos e netos ao descalabro e à miséria.
É hora de ver quem tem caráter, dignidade e fé na Terra de Santa Cruz.
Veja também: 








Correio do Poder
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