segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Bolsonaro entra em confronto com terrorista comunista italiano Cesare Battisti, que diz confiar no STF


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
O italiano Cesare Battisti, 63 anos, condenado na Itália por homicídios, reafirmou que confia nas instituições democráticas do Brasil e negou que tenha intenção de fugir de São Paulo, onde vive. A reação é uma resposta a declarações do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) que declarou que pretende extraditá-lo. A extradição do terrorista é um pedido antigo da Itália, e não ocorreu porque Battisti foi protegido pelo ex-presidente Lula. 


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Em comunicado, Battisti afirmou: "Reafirmo minha confiança nas instituições democráticas brasileiras, que desde que me encontro aqui garantiram o pleno funcionamento do Estado de Direito. Estado de Direito este que no presente momento faltou em minha ex-pátria, a Itália".

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O italiano, ex-membro do grupo Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), um braço das Brigadas Vermelhas, afirmou que não "tem razões" para fugir porque "está amparado pelo Supremo Tribunal Federal". Battisti foi condenado à prisão perpétua na Itália por quatro homicídios na década de 1970. Passou 30 anos como fugitivo entre o México e a França e em 2004 fugiu para o Brasil, onde permaneceu escondido três anos até ser detido em 2007.

Alguns meios de comunicação da Itália chegaram a informar que Battisti teria fugido do Brasil para evitar sua extradição, prometida por Bolsonaro para quando assumir Presidência, no dia 1º de janeiro.

As informações são da Agência Brasil

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Correio do Poder
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