quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

‘A direita foi retirada do poder pelas urnas fraudáveis Smartmatic inventadas pelos corruptos da esquerda de FHC e Lula’, afirma o presidenciável Levy Fidelix


Imagem: Produção Ilustrativa / Correio do Poder
Em entrevista à Mídia Cidadã, o pré-candidato à Presidência Levi Fidelix afirmou que o esquema de fraudes nas urnas eleitorais é um projeto da esquerda, de longa data, que o utilizou para chegar ao poder: "Fernando Henrique, já lá atrás, todo mundo sabe, em Princeton, estruturou essa forma de tirar a direita do poder. Lá, reuniu-se com os 'democratas' e começaram um grande projeto, com as urnas fraudáveis. Fizeram um convênio do TSE com o PNUD, da ONU, não fizeram nem licitação para isso. Entregaram as máquinas, os softwares, começaram a implementá-las, e passou a ser o que é. Agora, pior ainda, com o cadastro biométrico, você assina uma folha em branco; pegam a sua digital mas a programação pode direcionar sua digital para o candidato que quiserem. Você não sabe para quem foi o seu voto". Assista ao vídeo:



O Brasil tem que abandonar as urnas eletrônicas que vem utilizando, afirma Levy Fidelix: "Tem que voltar o papel. Essas urnas não são confiáveis. Tem que ser como na Argentina. O eleitor tem um cartão, como se fosse um cartão de crédito. Abre a urna, digita sua senha, vota e lacra o voto. Aquele resultado naturalmente está muito mais protegido".  

Além da possibilidade de fraudes, as urnas são obsoletas e servem aos propósitos da esquerda, acredita Fidelix: "Nossas urnas estão superadíssimas. Há vinte e tantos anos são as mesmas, com poucas modificações, e continuam as mesmas empresas prestando serviços. Uma faz o hardware, outra faz a comunicação e manda os resultados da zona eleitoral para o computador central, depois é a Smartmatic, uma empresa venezuelana - essa é que faz o software do roubo e da fraude. Essa quadrilha é que rouba o Brasil". 

Fidelix vê um sistema consolidado para manter os partidos de esquerda no poder: "Então não adianta ter candidatos de direita; a esquerda vai continuar roubando e levando". 

Para Levy Fidelix, o novo presidente precisa resolver o problema da economia e dos juros altos: "Não sei se será o Alckmin ou o Meirelles o candidato do governo. Estão agora baixando os juros. Eu sempre disse que os juros são o grande problema do Brasil. Não pode ter juro tão alto, essa estrutura onde banqueiro leva tudo. Reduz a inflação matando o paciente, porque hoje temos 14 milhões de desempregados, 850 mil empresas que fecharam nos últimos anos, porque o setor bancário e financeiro, rentista, suga a sociedade. Eu ataco isso há tanto tempo e ninguém enxergou". 

"Sempre falei que o ponto fraco do Brasil é bolso. Se não resolver a questão econômica, não resolve nada no Brasil - segurança, educação, transporte, infraestrutura, tudo. Então, temos que fazer um pacto nacional para reduzir a participação bancário-financeira, em que os os setores produtivos venham a ter efetivamente uma participação no interesse nacional - agricultura, comércio, indústria, serviços, os que produzem e pagam impostos, e não banco", conclui Fidelix.


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