terça-feira, 19 de setembro de 2017

'Concordamos integralmente com o General Mourão', afirma Levy Fidelix


Imagem: Produção Ilustrativa / Correio do Poder
O presidente do PRTB e candidato à Presidência da República em 2014, Levy Fidelix, declarou integral apoio ao General Mourão após o oficial do Alto Comando do Exército Brasileiro expôr que as Forças Armadas estão preparadas e, inclusive, têm planos detalhados para serem executados em caso de intervenção militar.


Mourão disse que poderá chegar um momento em que os militares terão que "impor isso" [ação militar] e que essa "imposição não será fácil". Segundo ele, seus "companheiros" do Alto Comando do Exército avaliam que ainda não é o momento para a ação, mas ela poderá ocorrer após "aproximações sucessivas".

"Até chegar o momento em que ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso", relatou o oficial. O general afirmou ainda: "Então, se tiver que haver, haverá [ação militar]. Mas hoje nós consideramos que as aproximações sucessivas terão que ser feitas". 

Segundo o general, o Exército teria "planejamentos muito bem feitos" sobre o assunto, mas não os detalhou.

‘Com os três poderes desmoralizados e as eleições de 2018 comprometidas, só restará ao povo pedir a intervenção’, sugere Levy Fidelix; veja vídeo

Imagem: Produção Ilustrativa / Correio do Poder
O presidente do PRTB e possível candidato à Presidência da República em 2018, Levy Fidelix, fez uma análise pungente e taxativa no que tange à conjuntura política nacional. Segundo ele, os três poderes estão desmoralizados e as eleições 2018 estão gravemente comprometidas, o que faz com que reste, à população brasileira, requerer uma intervenção militar. Assista ao vídeo:

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Ao abordar a situação econômica, Fidelix assevera: "O bolso é o principal. Eu já dizia em 2014 que o Brasil estava quebrado. Hoje, está um pouco mais". Segundo ele, o Brasil paga mais de R$700 bilhões por ano em juros e Meirelles, ministro da Fazenda, insiste em aumentar impostos e cortar recursos das Forças Armadas e de outros setores imprescindíveis para o país. "Os banqueiros Illuminatti estão em todas as partes do Mundo. Meirelles representa, no Brasil, apenas uma pequena parte. Os banqueiros do Grupo Bilderberg controlam tudo e manipulam o planeta de acordo com seus objetivos. Eles não têm pátria!", adjetiva.

O político comenta, ainda, a intenção do governo de vender terras para estrangeiros, o que seria inócuo em termos de geração de renda, mas grave no ponto em que ameaça a segurança nacional e a soberania. 

Diante deste cenário, Fidelix explica por que crê na necessidade de uma intervenção. "Minha proposta é que o Brasil assuma o comando através de uma intervenção. O Congresso está desmoralizado, o Judiciário está desmoralizado, o Executivo está desmoralizado. As urnas eletrônicas comprometem as eleições 2018 - não permitem o voto seguro. O povo tem que resolver essa parada. Minha ideia são eleições gerais completas, não se permitindo que participem os envolvidos em falcatruas, os que são réus!", propõe.

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