quinta-feira, 3 de agosto de 2017

'Ditador Maduro está fraudando as eleições na Venezuela via Smartmatic. Absurdo! Fora, Maduro!', afirma Levy Fidelix


Imagem: Produção Ilustrativa / Correio do Poder 
"Com um milhão de eleitores a mais, o ditador venezuelano quer se manter no cargo pela fraude. É um absurdo! Em 2018, teremos eleições no Brasil. É bom os brasileiros ficarem de olho na Smartmatic!", alerta Levy Fidelix

A procuradora geral da Venezuela, Luisa Ortega,  anunciou a abertura de um inquérito depois de a empresa responsável pelo sistema de votos da Venezuela ter denunciado que os números da votação foram manipulados: “Estamos perante um fato inédito, grave e que constitui um delito”. Segundo a própria Smartmatic, pelo menos um milhão de votos a mais foram contabilizados pelo ditador Maduro. 

O presidente do PRTB, Levy Fidelix, afirma que a fraude nas eleições venezuelanas é motivo de preocupação para os brasileiros: "Com um milhão de eleitores a mais, o ditador venezuelano quer se manter no cargo pela fraude. É um absurdo! Em 2018, teremos eleições no Brasil. É bom os brasileiros ficarem de olho na Smartmatic!". 

Fidelix há muito critica as urnas eletrônicas, que não considera confiáveis. Para o presidente do PRTB, não pode haver democracia sem um sistema transparente de apuração de votos, e uma fraude tão gritante como a venezuelana deve servir de alerta para os brasileiros, que também usam urnas da empresa Smartmatic. 

Levy Fidelix clama pelo fim das urnas eletrônicas Smartmatic: 'Se hackers invadem o Pentágono, os bancos e até a NASA, por que não invadiriam o sistema eleitoral brasileiro?'; veja


O presidente nacional do PRTB, Levy Fidelix, rebateu as últimas informações de que o Congresso e diversos setores da Justiça Eleitoral estariam sugerindo adiar ou abandonar a implementação do voto impresso para 2018. Fidelix afirmou que as urnas eletrônicas Smartmatic atualmente em uso "não deixam que a totalização seja honesta e correta, não proporcionam transparência para o eleitor, são fraudáveis".

Fidelix sugeriu a utilização de urnas eletrônicas como as argentinas. Segundo o presidente do PRTB, naquele país o cidadão tem um chip e, com o uso de uma senha, digita seu voto, imprime, e coloca na urna. Fidelix compara com o sistema proposto para o Brasil: "Aqui, o cidadão só pode olhar e o voto fica lá na urna. Só se alguém tiver dúvida é que vão pedir a recontagem. Mas e se o juiz não permite a recontagem, como é que fica?". 

Todo o sistema eleitoral Smartmatic está viciado, na opinião de Levy Fidelix: "várias pessoas de todo o mundo, técnicos abalizados, já afirmaram que temos que aprimorar muito, pois o sistema é fraudável! E não podemos deixar apenas uma entidade cuidar de tudo: quem contrata é o mesmo que audita, que julga que paga. Então, lamentavelmente, não temos uma democracia instalada". E questiona: "Se até os computadores do Pentágono podem ser invadidos, se os bancos são vulneráveis, como o sistema eleitoral brasileiro, instalado aqui hoje, não seria vulnerável?".


"Não é à toa que teve até um deputado federal, que foi delegado da Polícia Federal, o delegado Protógenes, que fugiu do Brasil e se auto-exilou na Suíça porque começou a descobrir que essas urnas Smartmatic são fraudáveis. Em 2018, queremos eleições limpas. Se necessário, deveríamos voltar ao papel ou evoluir para o sistema argentino, muito mais aperfeiçoado que o brasileiro", finaliza Levy Fidelix. 

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