quarta-feira, 24 de maio de 2017

'Vamos fazer eleição direta, sim! Desde que os com rabo preso na Lava Jato não participem, estes tem de estar fora!', afirma Levy Fidelix


Imagem: Montagem Ilustrativa / Correio do Poder
Levy Fidelix, presidente do PRTB, retrucou a campanha, encampada sobretudo pelo PT - Partido dos Trabalhadores -, que pede "Diretas Já". Parafraseando o movimento político que pediu as eleições diretas para a Presidência da República em 1983-1984, tal iniciativa quer adiantar as eleições para o chefe do Executivo caso presidente Michel Temer saia do cargo.

Para Fidelix, "Dá para fazer eleições diretas adiantadas sim, eu concordo. Contudo,  não pode ser com o pessoal que se lambuzou nessa bandalheira nos últimos anos, aqueles enlameados após chafurdarem no esgoto. Fizeram um jogo desleal contra seus adversários. Queremos um pleito sem os que se venderam para terem vantagens eleitorais e agora tem culpa no cartório no caso da Lava Jato. Não queremos que eleições sejam pretexto para criminosos conseguirem foro privilegiado e escaparem do juiz Sergio Moro".

"Eleição que não é limpa não é eleição", destaca. "O PT contrariou tudo que disse desde o início do partido e se transformou em capacho de empresas corruptoras. PSDB, idem, assim como PMDB. Marina é suspeita e Meirelles, que foi conselheiro da diretoria da Friboi por 4 anos, também não pode participar", salienta o político.

"Eliminando os desonestos, aproveitadores que se escoraram na safadeza, na dilapidação do patrimônio financeiro e moral da nação, no conchavos escusos, o povo brasileiro e a pátria só terão a ganhar. Precisamos colocar o novo. Tanto eu quanto Bolsonaro e Caiado temos a vida limpa, não temos o rabo preso e teremos grandes chances de ganhar. Estamos aqui para trabalhar juntos pelo Brasil", complementa. 

Entretanto, Fidelix não se exime de fazer um alerta: "Estamos espertos, sem voto impresso ou via cédula, não cairemos no conto do PT. Ninguém confia neste sistema não auditável, eleições por meio dele não trazem segurança alguma para o Brasil", conclui.

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Luciana Camargo
Folha Política
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