quinta-feira, 25 de maio de 2017

'A casa caiu para o IBOPE com a delação da JBS. Vox Populi se ferrou no Pimentel e Datafolha está no mesmo caminho!', afirma Levy Fidelix


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"Esses institutos de pesquisas não valem nada, são o esgoto da República! Manipulam o povo para contribuir com fraudes nas urnas eletrônicas em seguida", afirma Levy Fidelix

O delator Ricardo Saud entregou à PGR notas fiscais e contratos forjados com o IBOPE que foram usados para justificar repasses de propina ao PMDB, informa o Estadão.

"Fazia pesquisa para eles (senadores) e pagava com essa propina. O IBOPE recebia propina. Nunca fez um serviço para nós", diz Saud. O IBOPE nega as acusações.

Após esta delação, o provável presidenciável em 2018 e presidente do PRTB, Levy Fidelix, voltou a fazer severas críticas tanto aos institutos de pesquisa quanto ao sistema eleitoral brasileiro. Segundo ele, as pesquisas eleitorais "falseiam e fraudam" impunemente, havendo um conluio de resultados com a adulteração de urnas eletrônicas. Veja o vídeo:



"As metodologias não são confiáveis e os institutos, em si, menos ainda", ataca. "Basta questionar a um grande auditório ou a todas as pessoas que você conhece se já foram entrevistadas algumas vez pelo Datafolha, pelo IBOPE. Garanto que irão dizer que não!", alfinetou Fidelix.



"O universo pesquisado, ainda por cima, tende a ser absurdamente diminuto, considerando que somos um país continental, com mais de 200 milhões de habitantes, 27 estados, mais de 8 milhões de quilômetros quadrados. Mesmo que sejam ouvidas as duas mil pessoas que alegam, este número é absolutamente insignificante! Como se não bastasse, fazem especulação sem sentido, com candidaturas que não existem", prossegue. 



"Estas pesquisas são fajutas e fazem o povo brasileiro de palhaço! Há um conluio para calibrar o resultado das urnas eletrônicas e induzir a população a aceitar. Será que precisaremos de uma Lava Jato neste setor? São Moro, salve o Brasil!", conclui ele.



PF indicia dono do Vox Populi


Conforme relatou Maurício Lima, do Radar Online, A PF indiciou o dono do Vox Populi, Marcos Coimbra, na operação Acrônimo. O instituto de pesquisa é suspeito de simular um contrato para receber 750 000 reais da campanha de Fernando Pimentel em caixa dois.



Diversas personalidades lembraram que o Vox Populi tende a ser "amigável" nos resultados apresentados quando se trata de questões envolvendo Lula e o PT. Jornalistas apontaram como o instituto apresentou que quase 70% dos entrevistados acreditariam que a operação Lava Jato é injusta com o ex-presidente Lula, dado este que contraria inúmeras pesquisas e informações confiáveis.

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Levy Fidelix, presidente do PRTB, contumaz crítico dos institutos de pesquisa, aproveitou a oportunidade para reforçar seu ataque às falhas - sejam técnicas, sejam de confiabilidade - dessas instituições.



"Esses institutos não valem nada, se tiver uma pesquisa desse pessoal na minha frente, eu rasgo!", criticou. "É um jogo de safados, tudo armado. Escalam quem vai disputar o jogo, isso é criminoso! Colocam o nome de quem eles quiserem para apresentar como candidatos. A última pesquisa do DATAFOLHA, em abril, foi clara. Colocaram até o nome de Luciano Huck, Joaquim Barbosa e Sergio Moro, que não são candidatos, mas não inseriram o meu nome ou o de Álvaro Dias", constatou ele ao afirmar que o problema é recorrente nos últimos anos. 



"O DATAFOLHA tem seguido o mesmo caminho há tempos. Privilegia Lula, dizia que tinha mil pessoas na Paulista quando havia centenas de milhares e até milhões! O IBOPE também errou redondamente ao apontar que Haddad estava muito próximo de Doria e possivelmente iria para o segundo turno, o que não ocorreu", prossegue.



O político destaca, ainda, que o próprio marqueteiro de Dilma estaria admitindo o esquema. "João Santana, marqueteiro de Dilma, confessou que pagaram milhões para vários institutos de pesquisa a colocarem à frente. Calibram os resultados com a Smartmatic, operadora das urnas eletrônicas fraudáveis. Trata-se de um esquema de dimensões enormes e precisa acabar!", lembrou.



Para ele, há uma falha na forma como a legislação brasileira lida com tais pesquisas. "Essas pesquisas não são nem registradas, apenas protocolam junto ao TSE. Precisaria de alguém no TSE para verificar a metodologia e aprovar, isto sim seria correto. Os falsos resultados são potencializados pelos meios de comunicação, divulgam algo inverídico, manipulado, distorcido, controlado e fazem o povo de marionete", completou Fidelix.



O presidente do PRTB relatou, também, um panorama de influência internacional: "George Soros manipula tudo mundialmente, privilegiando os esquerdistas, os vendidos às teses globalistas, os corruptos, os vendidos", concluiu.

'IBOPE, Datafolha e outros fraudam as pesquisas para legitimar os resultados das urnas adulteradas', afirma Levy Fidelix

A divulgação de uma pesquisa Datafolha que mostra o ex-presidente Lula como virtual vencedor da disputa pela presidência da República está causando muita polêmica. A pesquisa foi realizada mais de um ano antes das eleições e divulgada poucos dias antes da data marcada para o depoimento do ex-presidente ao juiz Sérgio Moro. 

O presidente do PRTB, Levy Fidelix, questiona a validade das pesquisas em geral. Para Fidelix, os grandes institutos como Ibope e Datafolha realizam pesquisas "fajutas", ao analisar frações muito pequenas da população. Fidelix diz: "Os institutos não consideram as pessoas que não vão votar. Quando chegam as eleições, há as pessoas que viajam, que decidem não votar... pode ser até 30%, e a pesquisa não mostra isso". Veja o vídeo:

As pesquisas também não captam as variações psicológicas dos eleitores que mudam de ideia ou desistem de votar: "Votar é também uma questão psicológica. Senhores ibopes e senhores Datafolha, vocês tem que fazer pesquisas com no mínimo 1% do eleitorado. Mas vocês não querem gastar dinheiro!".

O presidente do PRTB também questiona os clientes que encomendam as pesquisas: "Quem paga são os interessados diretos". Por isso, acredita que as pesquisas são fajutas, feitas "para calibrar os resultados das urnas fraudadas da Smartmatic".

Fidelix acredita que a fiscalização das pesquisas teria que ser muito mais restrita, considerando a metodologia e exigindo amostras maiores: "Tem que acabar com esse negócio, a Justiça Eleitoral não pode ficar protegendo os institutos de pesquisa. As pesquisas induzem o eleitor, fazem parecer que estamos em uma corrida de cavalos paraguaios". 


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Com trechos de Folha Política, Política na Rede e O Antagonista
Correio do Poder
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