terça-feira, 30 de maio de 2017

'BNDES é a maior teta do Brasil. R$1,2 trilhão para os apadrinhados do poder! O povo exige e quer saber: quem roubou nosso dinheiro?', pergunta Levy Fidelix


Imagem: Montagem Ilustrativa / Correio do Poder
"Os líderes políticos que roubaram e afundaram a nação precisam estar na cadeia. O crime não pode compensar. Sem isso, infelizmente, nosso Brasil jamais irá para a frente", afirma Levy Fidelix

Levy Fidelix, ex-candidato à Presidência da República e presidente do PRTB, mostrou-se pasmo e estupefato diante da divulgação  de despacho interno no qual o ministro Augusto Sherman, do TCU, denuncia uma tentativa de desmantelamento de sua equipe, que investiga contratos do BNDES. O foco da investigação são os contratos com os "gigantes nacionais do governo Lula". O ministro relaciona algumas investigações em andamento, entre as quais, destaca-se o processo TC 007.481/2014-4, "que busca conhecer o destino dado pelo Banco, por meio de suas operações, a um montante de capital superior a R$ 1,2 trilhão nos últimos 15 anos". 

Leia o despacho:





Fidelix reagiu com revolta, sobretudo, à divulgação de tamanho montante de dinheiro público com destinação duvidosa. "BNDES é a maior teta do Brasil. R$1,2 trilhão para os apadrinhados do poder! Distribuíram nosso dinheiro como água, teve para todo mundo que se corrompeu, para todos que abdicaram do amor à Pátria para mamar e roubar na teta do governo. Só faltou para o povo. Este, sofre cada vez mais as consequências de tal hedionda expropriação", afirma.

"O povo exige e quer saber quem mamou e roubou nosso dinheiro! A população honesta quer saber quem desviou o capital que deveria estar nos hospitais, nas escolas, na segurança pública, mas foi parar no exterior, seja na conta de ditadores estrangeiros amigos do governo petista, seja em contas na Suíça de corruptos que venderam a alma ao Diabo pelo enriquecimento fácil e odioso", prossegue. "Onde estão os líderes do PMDB, do PT, do PSDB, do PP, do DEM? O povo quer saber!", afirma.

Segundo ele, na atual conjuntura, o crime de colarinho branco é compensatório no Brasil. As punições seriam inócuas diante das possibilidades de ganho econômico. "É inaceitável que esses traidores da Pátria continuem livres! Dessa forma, o roubo compensará! O sujeito rouba R$5 milhões, R$10 milhões, R$100 milhões. Fica alguns meses, um ano, 2 anos na cadeia e sai para aproveitar este dinheiro. Isso se for preso, pois, a depender de alguns de nossos juristas e de algumas personalidades ocupantes de altos cargos nos três poderes, nem preso será. O crime acaba compensando. Urge uma mudança radical. Primária, elementar e revolucionária. Precisamos mudar a Constituição, a legislação e os homens que ocupam cargos nos três poderes. Os líderes políticos que roubam nosso país precisam estar na cadeia. O crime não pode compensar. Não podem estar à frente de nosso destino! Sem isso, infelizmente, nosso Brasil jamais irá para a frente, jamais será o país da ordem e do progresso", conclui.

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