terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Família de estuprador morto em presídio receberá indenização do Estado. Vítima tinha só 4 anos de idade…


Errailson, Rafael, Kuka e Kiko estavam entre os mortos no Compaj
Imagem: Arquivo A Crítica
Um dos mortos é Errailson Ramos de Miranda, preso em 2009 acusado de estuprar e matar a menina Maria Eduarda Feitosa dos Santos, de apenas 4 anos de idade. A pequena Maria Eduarda Feitosa dos Santos morava com os pais na rua Praia de Itaíba e teve uma morte cruel: foi sufocada e golpeada várias vezes com uma faca na região do tórax e pescoço, quase sendo degolada.  Errailson respondia também por três assassinatos e tráfico de drogas.

Os familiares de Errailson e de mais de 50 vítimas da cachina no Complexo Penitenciário Anisio Jobim (Compaj) receberão indenizações do Governo pelas mortes dos detentos. A informação foi confirmada pelo defensor público geral em exercício do Amazonas, Antônio Cavalcante, durante coletiva de imprensa, junto com o ministro da Justiça, Alexandre Moraes.


As famílias dos presos mortos receberão as indenizações sem sequer necessidade de processo judicial, pois o caso foi considerado "urgente" tendo em vista a violência das mortes ocorridas na guerra de facções dentro do presídio. 

A família da menina de 4 anos só recebeu do Estado o corpo mutilado da criança.

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Veja alguns outros mortos cujas famílias serão indenizadas: 

Artur Gomes Peres Júnior, o “Kuka”, também foi um dos detentos assassinados. Ele respondeu a processos por estupro, assalto e tráfico de drogas. Ele chegou a ser transferido para um presídio federal, em 2008, mas estava no Compaj. Na época, ele foi transferido justamente por conta de ameaças de ser assassinado na cadeia.

Francisco Pereira Pessoa Filho, o “Kiko”, foi preso em 2009 por furto e em 2011 por estupro. No crime de estupro, a vítima foi Luane de Brito Machado, de quase 15 anos, que acabou morta com 16 facadas. Porém, “Kiko” foi absolvido do crime de homicídio. A vítima, segundo as investigações, foi assassinada por outro homem, que também participou do estupro.

Outro condenado por estupro e aliciamento era Raijean Encarnação Medeiros, que tinha 33 anos. 

Rafael Moreira da Silva, preso por matar um caseiro em abril de 2014, também foi assassinado na chacina. Ele foi condenado por um crime cometido na comunidade Ismael Aziz, na BR-174, mesma rodovia onde fica o presídio em que foi executado..

Magaiver Vieira Rodrigues, outro que foi morto no Compaj, tinha 21 anos. Ele foi preso por tráfico em 2013,  depois libertado e voltou a ser preso em novembro de 2015.


Dheick da Silva Castro, outro assassinado, estava preso por homicídio doloso.

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Correio do Poder, com informações de A Crítica
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