sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Deputado denuncia que Dilma aproveitou o ‘apagar das luzes’ do fim de ano para aplicar golpe e rasgar a Constituição; veja


Imagem: Reprodução/Youtube
O Senador ACIR Gurgaz (PDT) acaba de entregar na CMO o seu parecer sobre as contas de 2014 da Presidente Dilma, as quais tiveram rejeição por unanimidade no Tribunal de Contas. "Absurdamente, o parecer, 'encomendado' para salvar a Presidente, rasga a constituição e a lei de responsabilidade fiscal", protestou o deputado federal Domingos Sávio. O deputado que lidera o PSDB na comissão de orçamento acaba de dar entrevista na câmara alertando que "isto é mais grave que o impeachment pois se o congresso aprova este absurdo, nenhum prefeito ou governador se sentirá na obrigação de respeitar a lei de responsabilidade fiscal. Isto é trágico pois vão entregar prefeituras quebradas e quem sofre com isso é o cidadão . Nós do PSDB e da oposição não vamos aceitar este absurdo calados", alertou o deputado. Veja o vídeo:


"Sempre caprichando na pose de quem recitava de fraldas artigos e incisos da Constituição, o ministro Luís Roberto Barroso resolveu mostrar, na sessão em que o Supremo Tribunal Federal embaralhou o processo de impeachment, que usa as horas livres do recesso para decorar normas que regulamentam as atividades dos demais Poderes. Conseguiu apenas confirmar que, para impedir o desmoronamento da argumentação mambembe, é capaz de sonegar informações essenciais e mentir publicamente.
─ Alguém poderia imaginar que o Regimento Interno da Câmara pudesse prever alguma hipótese de votação secreta legítima ─ concede o doutor em tudo na abertura do vídeo de 1min57. ─ Eu vou ao Regimento Interno da Câmara dos Deputados e quando vejo os dispositivos que tratam da formação de comissões, permanentes ou temporárias, nenhum deles menciona a possibilidade de votação secreta.─ Vossa Excelência me permite? ─ ouve-se o cerimonioso aparte de Teori Zavascki.─ Pois não ─ autoriza o professor de impeachment.─ Salvo engano meu, há um dispositivo, sim, do Regimento Interno, artigo 188, inciso III ─ prossegue Teori. ─ Diz que a votação por escrutínio secreto far-se-á para eleição do presidente e demais membros da Mesa Diretora, do presidente e vice-presidente de comissões permanentes e temporárias, dos membros da Câmara que irão compor a comissão representativa…Teori faz uma pausa para virar a página. Barroso, que acompanha a leitura que está terminando, tenta interrompê-la:─ Sim, mas olha aqui…─ … e dos cidadãos que irão integrar o Conselho… ─ continua Teori.As sobrancelhas simetricamente arqueadas e os cílios enfileirados realçam o sobressalto de Barroso com a aproximação do perigo. Então, confisca a palavra e recomeça a leitura do inciso III, cuja íntegra aparece na no vídeo do Portal Vox que escancara a pilantragem togada: para esconder a fraude, o juiz esperto amputa as quatro palavras finais do texto: E NAS DEMAIS ELEIÇÕES.Animado com a rendição balbuciada pelo confuso Teori, Barroso declama outra falácia:─ Considero portanto que o voto secreto foi instituído por uma deliberação unipessoal e discricionária do presidente da Câmara no meio do jogo. Conversa fiada. O Brasil decente é que considera uma infâmia o que Barroso fez para ganhar o jogo. O trecho do Regimento Interno foi guilhotinado por uma deliberação pessoal e discricionária de um servidor público que é pago pelo povo para defender a lei. Coisa de vigarista." (Augusto Nunes / VEJA)







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Correio do Poder
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